Unidos na resistência

O que, em 2014, vai estar em causa, é impedir novos cortes no OGE e a manutenção "sine die" de outros que vêm de 2011. Não julgamos que seja minimamente credivel acrescentar aumentos quando toda a ação do governo e da "troika" é roubar ainda mais nos salários e nos direitos.

Temos que num processo de resistência, recusar, desobedecer, impedir a concretização de novos cortes, de novos roubos de direitos.

A política do governo não tem cumprido a lei e tem destruído toda a ideia de uma sociedade democrática e solidária. Está na altura de quem se opõe a ela usar os meios de luta e mobilização capazes de evitar mais miséria, mais desemprego, mais suicídios, mais emigração.

Esta gente que desgoverna o País não tem mais legitimidade política para continuar. Os resultados eleitorais nas autárquicas demonstraram uma vontade de mudança que deve ser concretizada.

Resistir a esta política é a palavra de ordem que se impõe!
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