| Aplausos ao Governo, critica a este "lucro" |
 A autorização dada, pelo Governo de António Costa, para a admissão, ao Quadro de Pessoal da EMEF, dos Trabalhadores Temporários, que executavam funções permanentes no PON/Guifões (MdP), desde 01 de Janeiro de 2015, é algo que merece o nosso aplauso.
A autorização para a contratação de Trabalhadores, a termo certo, para intervenções com prazos bem definidos, em Guifões, na MdP, para a intervenção dos 960.000km, na frota ET, e, no Entroncamento, para o R1 do Pendular, é também de aplaudir.
Nas restantes situações em que a EMEF tem recorrido a Trabalho Temporário que, perante as restrições/proibições dos diversos OGE desde 2010, é (foi) a única solução possível, compete agora obter do Governo a respectiva autorização para fazer as admissões efectivamente necessárias, tendo em conta o seguinte:
A EMEF tem cerca de 200 trabalhadores que desejam sair da Empresa de forma negociada e cuja manutenção à "força" não é positiva para ambas as partes, pelo contrário.
A saída voluntária, destes Trabalhadores, abre portas à renovação da Empresa, ao seu rejuvenescimento, fundamental para o futuro. Aliás, se tal não acontecer a breve trecho o futuro estará gravemente hipotecado.
Por estas razões, o Sindefer, não compreende que, a Administração da Empresa, tenha decidido suspender a saída de 30 trabalhadores em 2015. A única razão que encontramos é que ao não ter pago as respectivas indemnizações, por essas saídas autorizadas, pelo plafond da Segurança Social, transferiu essa verba para os resultados de 2015 de forma a dar lucro. Um falso e perigoso lucro que pode servir ao ego de alguns, mas não serve de certeza a Empresa... |
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