Por aqui ainda usamos a cabeça para pensar.

Bem podem, as administrações "pafiosas" (CP, EMEF e IP/Refer), contratar especialistas em imagem que não nos dão a volta.

Aquilo que, as Administrações, fazem passar do estado das Empresas não corresponde à verdade dos factos. O que se tem passado, nos últimos tempos, e que as administrações louvam diariamente, na comunicação social amiga, é apenas uma pequena recuperação, a nível de passageiros, sem qualquer importância de maior.

A Troika e o Governo Pafioso arruinaram as empresas com a sua politica de destruição unicamente baseada no ataque aos Direitos dos Trabalhadores, no corte de salários e outras regalias, legitimamente negociadas e consagradas em Acordos de Empresa, na suspensão das promoções e de qualquer outra gestão de incentivos, no ataque às Empresas Públicas, na ausência total de investimentos e da redução aos mínimos da conservação e manutenção de instalações e material circulante agravado com a redução, a qualquer preço, dos efectivos das mesmas.

As consequências desta politica de terra queimada durará anos e, nalguns casos, tememos mesmo que seja irreversível e continuará a agravar-se por falta de recursos humanos com competências e a continuação de falta de investimento ou mesmo cancelamento do existente, como está a acontecer com a CP.

Se fosse verdade o que as administrações dizem significaria que as politicas da troika e dos pafiosos no governo tinha sido correcta. Só mesmo cabeças duras e mentes cobardes, há muitas, demasiadas, o não compreendem ou não o dizem por medo.

Esta é a verdade dos factos e é, por isso, que não se compreende a manutenção destas administrações, mesmo que refrescadas, como no caso da IP/Refer. O jovem ministro terá de explicar esta sua opção por palavras ou por actos depois de sair de ministro...


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