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Não há volta a dar

Não há volta a dar, a CP tem de reduzir a oferta comercial aos mínimos.

A CP tem que adaptar os seus horários, não à procura dos clientes, como seria normal, mas sim, à disponibilidade do material circulante que tem. Embora pareça uma verdade de "La Palisse", a questão é mesmo esta, sem material circulante não há comboios, independentemente da procura.

Com humildade democrática, o ministro, devia assumir que houve, há, atrasos significativos na admissão de novos trabalhadores, por culpa do governo, que conjugado com excessos de oferta comercial do passado recente e, consequentemente, com a utilização no máximo do material circulante, opção de gestão que pode ser considerada danosa, e que deve ser investigada, agora se reflectem na indisponibilidade do material circulante e que o serviço tem de ser reduzido aos mínimos possíveis, por estas causas.

Não o fazer é andar a "levar na cabeça" todos os dias, sem qualquer utilidade, porque não há maneira de resolver o problema nos próximos tempos. A informação contida nesta notícia, não deixa qualquer dúvida que, o jornalista, tem toda a informação "do comando e controlo da circulação" em sua "casa". Um sintoma da anormalidade que se vive.

Por outro lado, nunca é demais referir que esta situação é independente de já ter havido ou não ordem de compra de novos comboios, demoram dois a três anos a chegar. Quem anda por aqui, sabe bem, que viagens dos Fabricantes são sempre simpáticas, ir à "Innotrans" a Berlim, com custos mínimos é porreiro, havendo, humanamente, uma tendência de ir de encontro, aos virtuosos desejos dos Fabricantes.

Francisco Fortunato

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