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Sindicato Nacional Democrático da Ferrovia

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Entrevista ao Expresso Digital

“É um prazo muito difícil de atingir, e para isso acontecer será preciso que toda a gente vista a camisola e esteja disponível a 100%”, diz.


Nas contas do ministro, os equipamentos agora parados deverão estar operacionais no final do próximo ano. “Definimos um prazo de 18 meses para recuperar e injetar na rede os tais comboios (as carruagens, as locomotivas e as automotoras) que estão encostados”, disse Pedro Nuno Santos na SIC.
Boa ideia que chega tarde

18 meses? “É extraordinariamente difícil. Só se tudo correr bem, e pode não ser suficiente”, afirma ao Expresso Francisco Fortunato, antigo diretor de logística da EMEF. Reformado desde o início do ano passado, ele conhece como poucos o sector ferroviário em Portugal. Na CP foi durante muito tempo dirigente sindical a tempo inteiro. Em dado período foi mesmo administrador de uma empresa do grupo CP, a Tex, que tinha a seu cargo as encomendas por via ferroviária. Na EMEF ganharia outra perspetiva de uma realidade que pode assim observar de vários ângulos.


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