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Não embandeirar, há uma coisa chamada Finanças

"Relativamente ao final do ano de 2018, verificou-se um decréscimo de 32 trabalhadores, devido à saída durante o semestre de 45 trabalhadores, na sua larga maioria, por reforma."

Os números não enganam e comprovam que a EMEF continua a perder mais trabalhadores para a reforma do que as admissões que faz e tem assim cada vez menos efectivos. As admissões não conseguem compensar as saídas e se a situação não se inverter, no imediato, o plano de reestruturação pode ficar seriamente atrasado ou comprometido. Se se juntar que as admissões são de trabalhadores com pouca ou nenhuma experiência e, pelo contrário, as saídas são de trabalhadores experientes então o panorama fica ainda mais sombrio.

Por outro lado, a EMEF é um "caso de estudo", no 1.º semestre, apresenta um resultado líquido de oito milhões de euros, 6,7 milhões acima do valor verificado no período homólogo ano transacto. Os seja os lucros da EMEF são uma constante independentemente das fragilidades da Empresa, enquanto os custos com o pessoal caem 2,4% o que é preocupante, mais lucros mas menor despesa com salários e (ou) menos trabalhadores.

Não me quero alargar nem explicar aqui alguns dos graves problemas que persistem, quero que isto dê certo mas não podemos embandeirar em arco. As coisas até podem estar ligeiramente melhores em termos de expectativas, mas, por enquanto, estão só por aí as melhoras!
Francisco Fortunato

Leia aqui o artigo do Jornal Económico.
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