SINDEFER

Sindicato Nacional Democrático da Ferrovia

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Uma espécie de "Síndrome de Estocolmo"

Constatamos que o "à tabela" é um leitor assíduo do sítio do Sindefer, algo que nos alegra. O último número então é quase preenchido com assuntos que, inúmeras vezes, temos referido.

É um número inteiro a desmitificar os "sucessos" de gestão do presidente da CP, e suas equipas, que de "sucesso" só tem a marca da propaganda e o estranho carinho de sindicalistas que, ao que parece, continuam a gostar dos protagonistas dos tempos da Troika, os "pafiosos".

Mas, certamente, por estarem de acordo em quase tudo com o Sindefer, quiseram dar "ar da sua graça" com um desacordo. Para eles a EMEF regressa de imediato à CP e não se fala mais nisso.

Se a EMEF não tivesse mais de 1000 trabalhadores e a CP necessidade de apenas 500/600 desses trabalhadores até podíamos compreender o regresso ao passado.

E os outros trabalhadores que hoje estão na reparação de vagões e em Guifões e nos serviços partilhados, também vão para a CP?

É a CP que vai reparar o material circulante da MdP, da Medway, da Fertagus? Acham isto possível?

Não percebem que a dica do regresso à CP, não passa de demagogia pura e dura para abafar casos que resultaram da negociação imposta pelo Sérgio Monteiro na MdP e que abriram uma autêntica Caixa de Pandora com o Tribunal de Contas e Bruxelas à mistura?

Que estranhos tempos em que as vitimas parecem hipnotizadas pelos agressores.
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